
Uma sociedade da informação, que promove uma construção de conhecimento, pressupõe o compartilhamento aberto de informações.
Para Liyoshi & Kumar (2008) “a educação aberta pressupõe que o conhecimento é construído socialmente” (p. 358). É através da reflexão e interação com os outros, que as pessoas transformam a informação em conhecimento, e pelo que reconhecemos que dedicamos cada vez tempo às redes sociais digitais, comunidades, jogos online, ambientes virtuais e outras experiências imersivas online, onde a sociabilidade é colocada a serviço de uma iniciativa comum. Ou seja, se estamos cada vez mais online, em espaços e atividades socializantes, é lógico e desejável que a aprendizagem também possa ocorrer nestes sítios.
Na verdade, estamos construindo os nossos próprios “círculos de aprendizagem informal com uma atividade e engajamento intelectual que seria desejada no ambiente educacional ideal” (Liyoshi & Kumar, 2008, p. 392).
Neste cenário, além de termos oportunidade de ser construtores do conhecimento, também é essencial assumirmos um papel de intermediários. A Educação Aberta é apoiada por intermediários, frequentemente anónimos voluntários, que enriquecem o ambiente necessário para a construção de conhecimento.
Para Liyoshi & Kumar (2008) está-se a consolidar uma visão mais ampla da educação aberta: “Uma comunidade global em rede, composta por tutores e estudantes voluntários, produziria uma grande fonte de recursos desenvolvidos coletivamente” (p. 398) e solidificaria a centralidade do aprendente.
A Educação Aberta
OUTROS TÓPICOS SOBRE ESTE ASSUNTO:
A Educação Aberta
OUTROS TÓPICOS SOBRE ESTE ASSUNTO:
O movimento da Educação Aberta | A Educação Aberta e as Redes Sociais | Reflexão sobre a Educação aberta